8 de abr. de 2014

Arteculi! Arte, culinária, giratório de sensações e emoções...

Vide bula. A parte psíquica ...
Nos paralelos do ofício, muito borbulhar em águas ferventes.
O frio do freezer, as cores da vida, os pulso da proteína latejam na função de fazer acontecer.
Nesse contraste térmico psicossocial, a sopa de letrinhas do beabá, vai se refazendo em cada estrada percorrida no caminho, em busca de sombra, em dias de sol quente.
Trabalhar! Trabalhar! Trabalhar! Neurônios pulsantes na arte da sobrevivência digna. Dignidade é ter reconhecimento na sua atuação, é sobrar tempo para sua vida pessoal.
O mundo tem exigido um tempo voraz para aqueles que buscam o sucesso na trilha do capitalismo selvagem.
Eu sou a Alice no país das maravilhas, acredito em trilhas de contra mão, mesmo em conflitos, porque de dinheiro todos nós precisamos, mas o escambo vem aí, com muita força.
O nosso dinheiro não alcança o consumo inflado do mercado. Tudo caro, até mesmo os insumos mais triviais da mesa de um simples trabalhador brasileiro, custam desproporcionalmente em relação ao salário mínimo de R$720.
E nessa ilustração, sigo na minha caminhada. A jornalista que virou cozinheira, e daí se meteu numa aventura sem fim. Em construção... Em trânsito, já há quase dois anos fora das metrópoles.
Cidade grande me repulsa, não quero mais, porém confesso, não precisar dela é muito luxo.
A qualidade de vida tem seu preço alto.
... Configurando a minha vida nas possibilidades que a vida me oferece.
Depois de um verão, pulando de galho em  galho, tomando decisões de valores em relação a minha posição real no jogo do xadrez dessa vida, percebo sempre que, se correr o bicho pega, e se ficar o bicho come.
O certo mesmo é se movimentar e acreditar no milagre da colheita de nossa semeadura.
Pois é...
Preparando relato objetivo dessa macaca gorda, quebrando galho em gestões doméstica.
Verão 2014! Aprendendo na beira mar de um povoado rural.
Península de Maraú, braço de terra dentro de águas quentes na Baía de Camamu.
Ser peão ou ser empresário? Eis a questão...
Tudo sempre vai depende da perspectiva.
Avante e até a próxima.

Nenhum comentário:

Postar um comentário