13 de out. de 2014

Quindim, dindin, pirlimpimpim

Encontros e desencontros nessa trilha de saberes dos sabores e de valores.
Na labuta continuo...
Nas últimas postagens me encontrava empenhada na realização de um projeto que contemplava um café rural de charme, sonhei, mas como diz a Bandnews, tudo pode mudar em 20 segundos.
E mudou.
Vou encarar mais uma temporada, atuando de forma autoral, porém com os pés mais firme no chão.
Nada de empreendimentos fixo agora. Sinto que ainda não é a hora. Mas do meu jeitinho, dando meus pulinhos continuo á mesa com carinho.
Depois de muitas experiencias, sonhos e aspirações dedico meu tempo com a prestação de serviço particular como personal chef.
Saudações de quem ama o que faz, acertando e me inspirando na arte de servir a mesa com arte e saúde.





29 de mai. de 2014

Era uma casa, não tinha nada, mas tinha teto e tinha amigos

Reiniciando o processo de ser feliz, no ramo que escolhi.
Baixa temporada, pouco trabalho, planos, sonhos, realizações.
O tempo passando, inspirando e respirando para não morrer em vão.
Toc, Toc, Toc, a oportunidade bate na porta com toda a esperança e fé. Tudo posso naquele que me fortalece, e assim, sonho de pés no chão.
Chuva, frio e muito mosquito, por enquanto. Trabalho só na Copa, certamente, numa copa.
Enquanto isso, na sala de justiça, os super amigos serão intimados para fazer parte de uma campanha solidária em prol de um projeto pessoal.

#sonhoesperança#cirandasolidária###

Fundo
Essas fotos são do ponto comercial. Nesse local, já existe uma feira de hortaliças e produtos da terra que funciona todas as quartas. Abrindo parênteses (Cris Overlóide, minha vizinha, minha xará, minha madrinha nesse projeto futuro#presente, pois foi ela quem sempre falou da falta que fazia um mingau, um lugarzinho de comidas típicas, frutos da região e afins). Sugeri a parceria com Jó, produtor agrícola, responsável pelo ponto. Eu vendo seus produtos na quitanda e faço meus quitutes.
Eis que surge a equalização perfeita para o Café Rural arte & sabor, com produtos da terra. Quitanda e quitutes. Conceito de charme rural. Café da manhã e quitanda, com produtos da terra. Farinha, tapioca, aipim, batata doce, pimentas, dendê, milho, banana da terra e tudo mais que a terra pode oferecer.


Frente
Esse lugar precisa ser reformado. Telhado, ampliação do barracão da quitanda, pintura, instalações de portas, reforma das janelas, reforço na cerca, bancada e pia no fundo, piso na área de serviço. Reforminha básica, sendo concebida, também, pelo viés alternativo. Reaproveitamento de material, pensando sempre em alternativas iniciais para facilitar a obra. Tenho junho e julho e um pouquinho de agosto para realizar essa feita. Essa casinha, foto acima, a frente que ainda esta escondida, por trás das cortinas verdes da esperança.


lateral A
 Agora é sério, não posso retroagir, não quero deixar de acreditar que é possível. Muito tem que se fazer, essa parte da obra é apenas o começo dos começos, ainda tem a parte operacional do café.
Decorar, xícaras, pratos, estufa, bancos, mesas e afins mil. Confio na minha arte organizacional na linha alternativa e funcional da questão. Muitos falam de fluxo de caixa, pesquisa de mercado, isso e aquilo. A perspectiva é de farol alto, muitos são os detalhes que envolvem o surgimento de um pequeno estabelecimento comercial. Depois e durante, talvez, ainda não sei, a parte burocrata, imposto, alvará, pá pá pá.
Eu to pedalando, me movimentando nesses dribles da vida, afinal, é muita história pra contar. Dribles do bem e do mal, agora foi do bem, a vida ta me chamando pra fazer um golaço, mas vou precisar de um time, esse time é de amigos. Seguidores, admiradores, espiões, amantes, amigos de qualquer forma, mas amigos que sabem quem eu sou, se interessam por mim. Vou precisar de ajuda e sei que posso contar com alguns desses camaradas da vida, da luta na comédia e tragédia trilha vital de cada dia. Muita filosofia nesse ser que acredita, sonha e alcança sempre, seja como for, mas com verdade e com amor, mesmo torto, mas é sempre com amor que vivo.

Lateral B
Sem mais demoras, estou organizando essa parte central da obra, custos!!! Quanto de tijolo, de cimento, de pregos, tinta, ferrolhos, dobradiças, pia e mão de obra. Em breve vou leiloar os custo em partes para que todos possam colaborar de forma efetiva e consciente. Essa é a primeira etapa, dois meses de reforma, não mais, essa é a meta. Vou aproveitar meu aniversário, 2 de Julho. Receberei presentes para a obra divina  de cada um de nós. Essa é a campanha #sonhoesperança##campanha solidária###

A única coisa que estou esperando com tudo isso, realmente, é ver esse conceito de charme rural fazer sucesso graças a ciranda solidária e a fé que remove montanhas.
Momento cara de pau, como alguns disseram. Enfim, quem arrisca não petisca.
Estou fazendo o que meu coração grita que é possível, de outra forma não vai acontecer, essa é a verdade.
Tem um grupo de amigos pedreiro que se propuseram a fazer o telhado, parte inicial da obra, assim que passar o São João, farei um churrasquinho com cerveja para animar e fazer valer essa força, afinal, vai ser o custo da mão de obra. Brasa e gelo no jeitinho verde e amarelo.
Então, segue a lista de material. Vale salientar que a urgência inicial sejam os tijolos, a depender do andamento dessa empreitada inicial, talvez já se faça também o reforço das janelas e inversão de posição, precisando também das dobradiças e ferrolhos.

Orçamento abaixo:
  • 30m2 de telha simples- equivalente a 600 telhas- R$300
  • 2 portas 70cm de largura- R$ 178 cada
  • 1 duela de porta- margem de encaixe da porta- R$70
  • 2 latas de tinta- R$120 cada
  • 1 pia-R$80
  • 2 sacos de cimento- R$30 cada
  • 6 dobradiças e 6 ferrolhos- R$ 20 cada
  • 2 trincos/ferrolho de portas-R$20 cada
  • 1 fechadura R$70
  • 2 calhas R$ 40 cada  
  • Total: R$ 1.580
É claro que estou levando em conta as sobras de materiais que vou receber da outra parte associada, como madeira da base do telhado, madeira para reforçar as janelas e fazer bancada da pia, usarei bambu para cerca e no caso das portas, que encarecem o orçamento, talvez usar madeira e fazer de forma alternativa. para essa primeira etapa, a reforma. Porque, depois dessa parte, ainda tem a etapa do operacional. Utensílios, móveis e equipamentos, entre outros, pratos, talheres, descartáveis, fluxo de caixa, prefeitura e mais e mais. Movimento, ação e sucesso.
Acreditando!
Nesse momento compartilho minhas ideias e anseios, sonhos e desejos a ser realizado, com vocês, amigos de longas datas, pessoas queridas que sabem e conhecem minha história. Essa é a minha esperança de concretização.
Vocês me pediram para explicar como poderiam me ajudar e aqui estou.
Precisando das telhas  a primeira instância.
Colaborem com esse projeto pessoal.
Essa não é uma campanha triste para salvar a vida de alguém, mas sim uma campanha de fé, um momento feliz de concretização de sonhos e de uma vida feliz de luta e ação. Ciranda solidária será a moeda sócio investidora para começar, realizar, fazer acontecer.
Obrigada!
Que assim seja!

Evoluindo e construindo... Na trilha do sucesso e realização profissional

Na última publicação, falei sem muitos detalhes, um pouco da minha saga de verão. A macaca gorda que, em nome da sobrevivência, e da realização profissional quebrou muitos galhos por aí.
Quando voltei para Barra Grande a convite de um empresário que administrava uma barraca de praia, não imaginava que ali, apenas começava uma longa e rotativa história de trabalho.
Em junho iniciei o trabalho, em setembro, quando acabou o prazo de experiência chamei para uma conversa séria em relação as minhas expectativas para o verão. O que aconteceu? Não acataram a minha proposta e fui em busca de novos horizontes.
Havia uma pousada nova, linda e cheia de charme, decidi que era lá o único lugar possível de ser feliz como empregado, cozinha nova, tudo aparentemente muito bem organizado, pelo menos a estrutura. Lá fiquei como Chefe de cozinha por quatro meses. Desenvolvi meu trabalho, proporcionalmente à realidade da empresa.
Entre altos e baixos, deu certo até certo momento. Por motivos variados me senti confusa com o operacional amador e, mais uma vez, me senti um estranho no ninho. Como me realizar nessa área tão prazerosa na execução, mas tão penoso no reconhecimento salarial e condições de trabalho.
Choques térmicos, mais de oito horas trabalhadas, um calor infernal e no final, um salário que não compensa. Essa foi minha decisão- Não trabalharia em cozinha de mais ninguém, a não ser a minha.
Como estava no auge do verão, fui sobreviver como boqueteira kkkk. Calma! A boqueta de uma cozinha é o lugar onde se gerencia os pedidos, entrada e saída dos pratos.
O verão ainda estava no auge, pensava como sobreviver com ética, amor e querer, desejo, vontade, amor, necessidade e sucesso. Pilares para a execução de todos meus projetos na vida.
Autoridade, autoria, auto-estima foi a força motriz para criar a nova bandeira de atuação.
Personal chefe, trabalhar como cozinheira particular. Cozinha doméstica com cardápio autoral, elogios e críticas voltada para minha performance.
Assim foi...
Oportunidades em consonância com minha meta, foco,desejos.
Durante o carnaval, semana santa, e, dias afim como chefe, lapidei o precioso tesouro de bastar-me. Arrasar na criação de cardápios e execução de uma personal chefe, preocupada nos detalhes da nutrição, da apresentação dos pratos, no aroma, no sabor.
Fazer com amor, através do reconhecimento e condições salubres de trabalho norteia dedicação e sucesso.















8 de abr. de 2014

Arteculi! Arte, culinária, giratório de sensações e emoções...

Vide bula. A parte psíquica ...
Nos paralelos do ofício, muito borbulhar em águas ferventes.
O frio do freezer, as cores da vida, os pulso da proteína latejam na função de fazer acontecer.
Nesse contraste térmico psicossocial, a sopa de letrinhas do beabá, vai se refazendo em cada estrada percorrida no caminho, em busca de sombra, em dias de sol quente.
Trabalhar! Trabalhar! Trabalhar! Neurônios pulsantes na arte da sobrevivência digna. Dignidade é ter reconhecimento na sua atuação, é sobrar tempo para sua vida pessoal.
O mundo tem exigido um tempo voraz para aqueles que buscam o sucesso na trilha do capitalismo selvagem.
Eu sou a Alice no país das maravilhas, acredito em trilhas de contra mão, mesmo em conflitos, porque de dinheiro todos nós precisamos, mas o escambo vem aí, com muita força.
O nosso dinheiro não alcança o consumo inflado do mercado. Tudo caro, até mesmo os insumos mais triviais da mesa de um simples trabalhador brasileiro, custam desproporcionalmente em relação ao salário mínimo de R$720.
E nessa ilustração, sigo na minha caminhada. A jornalista que virou cozinheira, e daí se meteu numa aventura sem fim. Em construção... Em trânsito, já há quase dois anos fora das metrópoles.
Cidade grande me repulsa, não quero mais, porém confesso, não precisar dela é muito luxo.
A qualidade de vida tem seu preço alto.
... Configurando a minha vida nas possibilidades que a vida me oferece.
Depois de um verão, pulando de galho em  galho, tomando decisões de valores em relação a minha posição real no jogo do xadrez dessa vida, percebo sempre que, se correr o bicho pega, e se ficar o bicho come.
O certo mesmo é se movimentar e acreditar no milagre da colheita de nossa semeadura.
Pois é...
Preparando relato objetivo dessa macaca gorda, quebrando galho em gestões doméstica.
Verão 2014! Aprendendo na beira mar de um povoado rural.
Península de Maraú, braço de terra dentro de águas quentes na Baía de Camamu.
Ser peão ou ser empresário? Eis a questão...
Tudo sempre vai depende da perspectiva.
Avante e até a próxima.