30 de mai. de 2011

Catupiry na língua Tupi significa excelente

Com sabor inconfundível esta fazendo aniversário e história. Pois é! Nada mais do que um século de existência e sucesso no Brasil e no mundo.
O Catupiry é a marca do queijo e não o produto em si, considerado como queijo cremoso
Requeijão ou queijo cremoso, é um dos poucos queijos considerado verdadeiramente brasileiro. Foi inventado por um italiano chamado Mário Silvestrini, lá em Minas Gerais, em 1911. Sabemos que essa região é a melhor do país na fabricação de laticínios. A composição desse queijo cremoso, nada mais é do que um requeijão. A receita leva leite fresco, creme de leite, fermento lácteo, massa coalhada e sal.
O sabor e a textura desse queijo garantiram notoriedade e virou até sinônimo de categoria. O queijo se popularizou, a partir dos anos 70, quando as pizzarias de São Paulo começaram a utilizá-lo em suas preparações. Hoje é largamente usado em muitas outras preparações.
Assim, tornou-se um ingrediente respeitável na culinária, substituindo o creme de leite, deixando os pratos mais cremosos. As carnes são uma boa sugestão nas preparações com o requeijão cremoso, principalmente os pratos levados ao forno. Por ter um baixo teor de acidez, tornou-se um ingrediente indispensável para inúmeros pratos como: massas, peixes, aves, entre outros.
Requeijão tipo Catupiry
Ingredientes:
  • 4 colheres de sopa de maizena
  • 500 ml de leite
  • 50 g de manteiga
  • 1/2 xícara de mussarela
  • 1/2 xícara de queijo parmesão
  • 100 ml de creme de leite
Modo de preparo: Leve ao fogo o leite com a manteiga e a maizena e vá mexendo até engrossar. Retire do fogo, junte os queijos e bata na batedeira juntando o creme de leite.
Façam, degustem e aproveitem!

Essa e outras receitas no http://www.receitasecia.com/

Já devem ter provado uma dessas delícias

Pizza com borda de catupiry?

Camarão com catupiry?

Coxinha com Catupiry?


Escondidinho com Catupiry?



23 de mai. de 2011

Podemos definir o que significa comer bem?

Já sabemos mais ou menos o que reza a missa, segundo os médicos e nutricionistas. Comer verduras, frutas, legumes, grãos, beber muita água e evitar massas, frituras, gorduras, doces e refrigerantes, ao menos durante a semana. E quando chega o fim de semana? Pizza, pudim, lasanha, refrigerante, churrasco, cerveja, pimenta, farinha e bota etc nessa listinha básica de exageros. Principalmente em dias de frio, parece que estimula a gula, o estômago não para de trabalhar!
Mas, enfim... Deixando de lado a orgia gastronômica, nada mais sensato em colocar os ponteiros no lugar, ou melhor, ajustar as medidas para não virar um balão. Na semana é importante evitar os excessos, até porque, a rotina árdua de trabalho, trânsito, metas a ser superadas não combina com lasanhas suculentas, feijoadas, entre outros do gênero.
Quem gosta de comer, tem que gostar de fazer exercícios físicos. Fundamental, não só pela preocupação de não engordar, mas também pela faxina que o corpo necessita e agradece a cada caminhada, nadada, corrida, remada, seja lá qual for a modalidade do esporte feito. 
É bom comer sem culpa. 
Comer, malhar, comer, malhar! 
Essa é a receita do bem estar. 
Exagerou?  
Corra Lola, corra Lola!  

Molho Branco

Não gostava do molho branco porque não sabia fazer, achava que era a coisa mais difícil do mundo. Santa ignorância, como o conhecimento é importante e fundamental para a liberdade de pensar, agir, criar, ser, ter (concordo que, às vezes fica mais complicado viver com o dito cujo, mas antes com ele, do que sem esse tal de conhecimento, rssss), mas voltando pra o molho branco devo dizer que é simples e pode ter muitas variações. Rápido e prático você pode experimentar em varias preparações e com diferentes sabores. Anote aí!
Ingredientes:
  • Farinha de trigo
  • Leite quente
  • Manteiga
  • Cebola
  • Sal
  • Noz moscada
O processo é simples. Refogar a cebola na manteiga, em seguida adicionar a farinha na mistura e cozinhar bem para neutralizar o gosto da farinha. Aos poucos vai adicionando o leite, formando um creme. Sentir a textura até chegar o ponto que deseja. Mais ralo, ou mais grosso. Para finalizar sal a gosto e noz moscada.
Esse é o tal do molho branco, pode ser usado principalmente em massas. Podemos adicionar queijo (provolone, gorgonzola, brie, mussarela, ricota...) ou também (alecrim, azeite, manjericão, curry, açafrão, espinafre...) vai depender do seu paladar. A arte culinária é isso aí, misturar e experimentar em cima de bases sólidas, nossa base aqui é o molho branco.  Você pode dar o seu toque e inventar o que quiser, basta saber se vai dar certo. Confie! Geralmente é uma delícia o resultado das nossas experiências, das nossas ousadias.

Onde a natureza é a estrela!



Uma rede que atende o estado do Rio de Janeiro e do Espírito Santo inovou em informação e criatividade.
Visite o site e se delicie com mais títulos de filmes onde a natureza é a estrela, além de muitas informações importantes sobre alimentação e saúde. 
Muito bacana!
Vale a pena conferir! 
www.hortifruti.com.br

18 de mai. de 2011

Cores e texturas

Por meio das cores, os amores germinam e a prosa se abriga...
As formas possibilitam novos caminhos.
As texturas apresentam novas aventuras e nos campos e trilhas suspiramos novos ares...
Através dos sabores, os aprendizes crescem e os paladares se enriquecem.
Os aromas e os cientistas, são os guias, as novas bandeiras, sinais de descobrimentos e afloramentos...
A arte do fazer e do misturar, desperta do sono bronco as paredes sem cor, sabor, afeto...
O encanto e a magia fazem a alquimia da vida! Assim é uma cozinha, um caldeirão infinito de possibilidades.
Cozer, fritar, assar, tanto faz...
Todos os caminhos nos levam a ser atuantes capazes de um processo milenar, cozinhar! O mundo não teria graça sem o prazer do paladar!
 

Formas...

Cores...
Alquimia...
Encanto e magia...

Texturas...

Sabores...

Arte e beleza...

Aromas...

Sobremesa delícia fácil

Poxa! Uma virose daquelas de derrubar me impossibilitou de postar nesses últimos dias. Desculpem amigos leitores. Apesar das chuvas, devo dizer que não parei e nem desistir das metas estabelecidas em relação ao sucesso. Sei que posso me levar na magia dos sabores e nas misturas das possibilidades que me conduzem ao caminho certo. Ixalá!
Não tenho muitas novidades hoje, a chuva cai torrencialmente pela cidade e me sinto ilhada sem muitas chances de explorar. São 5 horas da tarde e parece noite, o dia inteiro cinza. Hum! Dia propício para um doce gostoso. Esqueço que preciso perder 5 quilinhos, mas que nada, lembrei do brigadeirão de caixa, semi pronto que comprei para experimentar.








A foto esta feia, mas o docinho meu bem!
O processo é simples, misturar o conteúdo da embalagem com 450 ml de leite gelado até ficar homogêneo, em seguida mexer em fogo brando até ferver e engrossar.
Colocar em forma untada, esperar esfriar para levar a geladeira. Paguei R$4,50 nesse manjar dos deuses, geralmente não sou adepta a esses produtos. Tipo adicionar água ou leite e tá pronto? Toque de mágica! 
Enfim, como sou curiosa em tudo que diz respeito a misturas, sabores e resultados, experimentei e gostei. Super fácil sem gosto artificial. 
Mas é claro que o brigadeirão caseiro é bem mais saboroso. Fala sério! por isso confira a receita abaixo do brigadeirão de verdade:
  • 3 latas de leite condensado
  • 200g de chocolate em pó
  • 6 gemas
  • 75g de manteiga
Bater os ingredientes numa batedeira por 10 minutos. Untar a forma com manteiga e polvilhar com açúcar. Coloque para assar durante 2 horas (220graus).
Ps: Em sites, livros, entrevistas com profissionais da área, podemos facilmente observar, como as receitas oscilam de produtos e procedimentos. Tem receitas de brigadeirão que pedem para adicionar creme de leite, outras, por exemplo, não são levados ao forno, cozinha em banho Maria e depois vai para geladeira. Sempre existem pitadinhas extras na preparação. De olho, hein?
Por essas e outras, reconhecemos a arte no ato de cozinhar. Seguimos  receitas, mas também apreciamos os instintos que nos conduz as mais variadas possibilidades de acertar errando, de errar acertando, enfim, caminhos mil.
Bem vindo ao mundo dos sabores, das misturas, dos erros e acertos!

13 de mai. de 2011

Odisseia profissional

O universo está conspirando para que eu acorde e acredite mais no meu talento. Ser dona do meu nariz! Sou uma pessoa articulada com as palavras e com a vida de um modo geral, e por isso talvez, venho causando estranhamento nos processos seletivos. Enfim... Uma jornalista concorrendo a uma vaga de auxiliar de cozinha com um salário médio de R$ 600? Realmente é de causar espanto, mas ninguém entende que todos podem almejar novos rumos e experimentar coisas novas. Gostaria de outras oportunidades para aprender um pouco mais com as cozinhas profissionais, mesmo com esse salário de fome, mas não tá fácil. O mercado não absorve minha mão de obra. Fazer o que?  Não posso ficar parada, alguma coisa tem que acontecer. Pensei em algo prático e rápido.
Tenho a pretensão de abrir meu restaurante na primavera de 2012, um espaço feito com arte e sabor, mas enquanto isso, devo começar a praticar, investir na produção, na venda, no contato direto com os clientes, sentir onde posso chegar com as ferramentas e possibilidades que tenho em mãos agora. Nada de grande investimento, até porque não é o caso nesse momento. Vender lanche, inicialmente requer uma demanda menor. Uma boa oportunidade. Vou começar por aí. Lanche, ou melhor! Sanduiches.
Quero oferecer um produto diferenciado, nada do que já tenha por aí: banana real, pão delícia, coxinha, cachorro quente, acarajé, sanduiches melados de gordura, hambúrgueres sem gosto e com péssima apresentação. Sempre senti falta de um sanduiche caseiro, limpo, gostoso. Então pensei num hambúrguer que eu sei fazer e fica uma delícia. Vou trabalhar, inicialmente com duas, ou três opções. Todos com hambúrguer caseiro, queijo e o toque do chef que vai fazer o diferencial para paladares exigentes. Nessa fase inicial não posso me ater em muita variedade, senão me complico e acabo não fazendo nada.
Já fiz a experiência hoje. Uma ficha técnica improvisada. Comprei o material necessário para ter uma noção de quantos hambúrgueres faz um quilo de carne, quanto preciso de queijo para produzir “X” sanduiches e  tudo mais. Já to com as mãos na massa. Gostaria de fazer meu próprio pão, mas ainda não tenho capital para isso. Em breve com o resultado dessa empreitada vou crescendo, crescendo e sabe lá Deus onde vou parar. Depois eu conto!
Estou em fase de implantação, treinando, fazendo degustação, mas não pretendo demorar em apresentar um sanduiche com arte, sabor e qualidade.
Espero que as dificuldades da vida não protelem a execução desse projeto.

7 de mai. de 2011


Saberes e sabores

Aromatizar, escalfar, bolear, laminar, são alguns dos muitos termos utilizados por um bom profissional da arte de cozinhar, ou seria mais correto dizer coccionar? Enfim... O que quero dizer nessas sinceras e singelas palavras não está relacionado diretamente com os procedimentos dos quais aprendemos nesse extenso caminho. Quero falar das relações em que fomos submetidos nesse longo percurso, onde aprendemos mais do que nunca, que a vida se arranja, se improvisa e se completa em equipe, com pessoas diferentes, valentes ou não, porém, vivas e ávidas no desejo de querer aprender no dia a dia, não só aqui, mas por todos os passos dados, durante a corrida incessante dessa jornada acalorada chamada vida.
Durante todo esse tempo convivendo com todos que fizeram parte dessa passagem divertida, intensa e saborosa, constituímos uma bela trajetória de aprendizado e amizade. Professores, coordenadores, supervisores, colegas e amigos de classe e todos os outros colaboradores, contribuíram para que esse momento seja sempre recordado com muito afeto, com muito orgulho.
Desejo a todos que fizeram parte desse momento, e a todos aqui presente, um feliz ano novo com muito sabor, campos e estradas para atuarmos no melhor estilo enquanto estivermos nessa bola gigante de terra, fogo, água e ar. Desejo que cada um, do seu jeito, e no seu devido lugar, consiga a sabedoria para temperar a vida de acordo com seus anseios e paladares.
Que a luz divina e a força poderosa da criação sejam nossa inspiração.
Viva a vida!

Oração da solenidade da formatura, fevereiro de 2011


Prática na cozinha do restaurante escola

Aula na cozinha didática






Estou cansada de nadar, nadar e morrer na praia. Preciso saber para que lado devo remar em busca de um porto seguro. Falo de realização profissional, fazer e acontecer, acreditar, investir, realizar, prosperar, afinal, tenho que me posicionar como uma boa jogadora para não perder o meu lugar ao sol.
Depois que o Supremo Tribunal Federal, comparou o jornalista com um chefe de cozinha, me deu um estalo na cabeça e pensei, por que não? Gosto de cozinhar e tenho talento. Partindo do princípio que ninguém fica sem comer, realmente foi um caso a se pensar, pelo menos seria mais fácil ganhar dinheiro e uma colocação no mercado. Não só porque todos comem, mas também, porque me sinto mais inspirada e preparada pra encarar uma cozinha do que uma redação de jornal.
Então fui aprimorar meus dotes. Primeiro fiz algumas oficinas rápidas, em seguida, me matriculei no curso técnico de cozinha do SENAC para sentir a coisa de verdade, descobrir se realmente era essa profissão que eu gostaria de abraçar. Seis meses de curso, entre aulas teóricas e práticas. Um aprendizado bastante proveitoso, sensacional! Comecei a me sentir apta para encarar uma cozinha profissional. Durante o período do curso, trabalhei num restaurante bacana no Bahia Marina. Foi excelente a experiência! Muito calor, estresse, cobrança, barulho, uma guerra, mas tudo muito fascinante nos bastidores da produção dos sabores e das cores. Enfim, gostei de ter explorado com mais apuro meus dotes culinários.
Sou jornalista por formação, sempre gostei da comunicação social, então aqui estou, afinal, quem não se comunica se estrumbica! Nesse cantinho virtual quero falar do que sei, do que vejo e do que posso sobre todo o processo que envolve o ato de comer. Receitas, dicas, novidades, experiências e críticas.
Sempre fui curiosa e observadora. E por isso mesmo, quase sempre percebo muitas falhas nos lugares que tenho parado para comer, seja popular, ou não. Ontem mesmo num restaurante conceituado da Barra, pedi um camarão a milanesa. Antes mesmo de o prato chegar, a pimenta e o molho tártaro já haviam sido servidos. Não havia nenhum indício de refrigeração, mas deveria ter, com certeza. O molho tártaro (maionese com ovos e picles), sem a devida conservação, pode se tornar um perigo, contaminação na certa! Ainda bem que estava chovendo e não fazia calor, pedi um molho rose e não comi essa bomba, embora gostaria. Chato! Muito chato! Adoro molho tártaro.
Também quero falar de experiências boas. Por quê? Fala sério! Picanha dura, molho azedo, garçom suado, comida fria, entrada junto com prato principal, cerveja quente, vinho gelado, etc e tal?
Devemos e podemos transformar esse cenário! Afinal, a Copa do mundo já esta na boca do gol e, literalmente, todo o mundo vai querer comer as delícias que temos por aqui. Não precisamos passar vergonha dando um tiro no nosso próprio pé, falo da Bahia, falo do Brasil!
Então mãos a obra, ou melhor, mãos na massa!

5 de mai. de 2011

Observando os bares, lanchonetes e restaurantes do centro da cidade, pude perceber a ausência das boas práticas na hora de manipular os alimentos. Nos lanches e quitutes diversos vendidos nas ruas da cidade, sem dúvida, é quase nula qualquer preocupação com a higiene. Vendedores de castanha, entre outros, manipulam a comida com a mesma mão que pegam no dinheiro, comercializam os alimentos sem a menor preocupação com os princípios básicos de higiene. Pergunto-me como deveria ser de fato a fiscalização para quem trabalha com alimentação de tanta gente, afinal, grande parte da população opta pelas refeições rápidas e mais baratas, encontradas facilmente pelas ruas. Assustadoramente, é crescente o número de autônomos que vendem comida em seus carros sem a menor condição de armazenamento e conservação.
Fui almoçar num restaurante a quilo e fiquei surpresa em relação à exposição de uma salada de maionese, sem nenhum tipo de refrigeração, fala sério! Imagina que tipo de água é usado para fazer o suco, apresentado em garrafa pet, oferecidos de brinde para aqueles que consomem acima de 400g? Eca! Temos que ficar em alerta para que haja mais respeito e fiscalização nos estabelecimentos comerciais. Observem!  

2 de mai. de 2011

Hoje publico minha primeira edição e pretendo  falar sobre os mais variados assuntos sobre comida. Em seus mais diferentes aspectos do fazer, do vender, do comer, enfim... Quero abrir a boca e articular da melhor forma possível sobre as experiências vividas e produzir informações doces, salgadas, amargas e azedas sobre tudo relacionado com a nossa alimentação, seja em casa, em restaurantes ou nas ruas.
Pra começar vou falar sobre a experiência do feijão que fiz ontem. Pretendia temperar com sal, alho e salsa, um tempero básico, principalmente nas regiões sudeste e centro oeste. Estava com a mão na massa quando percebi que não havia salsa na geladeira, e sim manjericão, uma planta aromática, também. Resolvi usar gato por lebre, no lugar da salsa entrou o manjericão e o resultado foi ótimo, uma delícia de aroma e sabor. Moral da história? Inventar, ousar é uma arte que geralmente pode dar certo quando conhecemos o básico de um casamento entre uma cebola como um gengibre, por exemplo. É claro que para determinadas receitas precisamos seguir o passo a passo para que o resultado final seja obtido. Hum! Como é bom inventar! Comer! Saborear!